Não é possível respeitar uma mulher que chama a si mesma de vadia.
Acredito que todos já saibam a opinião deste blog a respeito das marchas da libertinagem, no entanto, resolvi acrescentar alguns enxertos que talvez estivessem faltando por aqui.
Sobre esta marcha, tudo começou no Canadá quando um policial afirmou que se determinadas mulheres não se vestissem como vadias não seriam estupradas. Criou-se então a marcha das vadias.
Para começo de conversa, o policial estava correto. Roupas sexualmente provocantes deveriam ser usadas para o companheiro dessa mulher, e não para desconhecidos nas ruas, afinal, se são desconhecidos, não sabem do que são capazes.
A questão, no entanto, vai além. Não se trata apenas de direitos femininos cerceados pela sociedade patriarcal que subjuga a mulher pondo-a num nível inferior ao homem. Trata-se, na verdade, de respeito. Aliás, respeito que as vadias da marcha não tiveram quando resolveram tirar a roupa dentro da propriedade da Igreja Católica, caracterizando assim crime, descrito no código penal como ultraje a culto religioso.
Quando se exige respeito, a primeira coisa que deve ser observada é se quem pede respeito está se dando ao respeito. Não é possível respeitar uma mulher que chama a si mesma de vadia porque seria uma contradição lógica. Respeitar uma vadia é desrespeitar a si mesmo.
Note a pobreza dos argumentos do video:
Se verificarmos o termo “vadia” no âmbito cultural, veremos que se refere à prostituição. Uma vadia é uma prostituta. Logo, uma mulher que apoie ou que se faz ou fez presente nessa manifestação estava lutando por seu direito à prostituição livre, à prostituição com respeito.
Entretanto, a coisa não termina apenas numa manifestação. Houve nudez! Aliás, este blog já dizia que isso ocorreria no Brasil partindo das ações do FEMEN, aquele grupo de belas mulheres sem cérebro que tiram a roupa na Europa para protestar contra a violência sexual contra as mulheres. Contraditório, não? Na época, lembro que foi comentado no artigo que no Brasil seria um pouco diferente. Se lá na Ucrânia elas causam reboliço nos homens que as veem, aqui causariam repulsa. Lá pelo leste europeu eles escolhem a dedo as mulheres que vão tirar a roupa. Aqui no Brasil apenas as barangas participam desses protestos para conseguirem alguma visibilidade, já que jamais seriam chamadas para uma revista masculina... Mas esse é outro assunto que será abordado em outro artigo.
Sinto pena. Essas mulheres que já não valem nada estão conseguindo colocar em suas fileiras jovens que até ontem prezavam por uma vida regrada e se respeitavam. Não duvido que amanhã, movidas por um sentimento de modernidade, essas mocinhas que até ontem eram ‘meninas’ estejam defendendo com unhas e dentes esse tipo de movimento que encontra respaldo em Universidades.
São mulheres para serem usadas. Mulheres descartáveis. Aquelas que nenhum homem mantém um relacionamento. São as mulheres exclusivas para sexo. Nenhum homem decente pode querer algo com uma mulher que defende abertamente que deve mostrar os peitos no meio da rua. Nenhuma mulher decente defenderia tal coisa. São mulheres emocionalmente deficientes. Sentem-se completas agindo como putas.
Mulheres que não valem o que fazem na privada. As prostitutas costumavam se mostrar à noite, tirando a roupa na esquina tentando encontrar um homem desesperado. Hoje ficam nuas à luz do dia.
Talvez façam isso à luz do dia porque nenhum puteiro as aceite, tais quais as moças que infestam as esquinas de noite.
O tiro saiu pela culatra. Não conseguiram o respeito que pediram. Conseguiram risos com as velhotas tirando a camisa e mostrando os peitos caídos ou com as vadias pintando o corpo com frases do tipo:
“O corpo é meu e faço o que eu quiser com ele”.
Não posso negar que é engraçado... Muitas delas são contrárias às letras de funk que chamam as mulheres de potrancas e cachorras. Quem sabe de agora em diante eles peçam desculpas e comecem a chamá-las de vadias?


